
Foto / Divulgação do PL Bahia
Movimentações políticas nos bastidores têm provocado forte insatisfação dentro do Partido Liberal na Bahia, especialmente entre lideranças ligadas ao bolsonarismo.
De acordo com apuração recente, integrantes do partido criticam articulações envolvendo o grupo liderado por ACM Neto e Bruno Reis, que estariam influenciando possíveis filiações à sigla.
As movimentações teriam o aval de João Roma, pré-candidato ao Senado, o que ampliou ainda mais o desconforto interno.
Insatisfação generalizada
O descontentamento não se limita a um único grupo. Tanto a ala histórica quanto os membros mais fiéis ao bolsonarismo demonstram preocupação com a possível chegada de novos nomes ao partido.
Entre os nomes que estariam incomodados com as articulações estão:
Jânio Natal
Kátia Bacelar
Raíssa Soares
Capitão Alden
Leandro de Jesus
O deputado Diego Castro foi direto ao criticar o cenário:
“Querem fazer o PL um puxadinho do centrão”, afirmou.
Disputa interna pode aumentar
Nos bastidores, a avaliação é de que a entrada de novos quadros políticos pode gerar:
Maior concorrência interna
Risco de enfraquecimento da ala “raiz”
Disputa acirrada por vagas nas eleições de 2026
Há ainda negociações com novos nomes políticos, o que pode intensificar ainda mais o clima de tensão dentro da legenda.
O cenário indica que, caso as articulações avancem, o partido poderá enfrentar um racha interno às vésperas das eleições, impactando diretamente a formação das chapas e alianças políticas na Bahia.
Com as eleições de 2026 se aproximando, o Partido Liberal vive um momento decisivo, onde alianças estratégicas podem definir o futuro político da sigla no estado.